
Eu sigo a trilha das pegadas errantes na areia,
A calmaria inebriando a paisagem que me rodeia,
Sinto o perfume da lua espreitando,sorrateira,
Espiando o fim da tarde,que se despede,faceira.
Eu sinto frio,um arrepio..e a brisa sopra,atrevida.
Não ouço passos,não há mais carros na solitária avenida.
Aos poucos o astro dourado vai escorregando do céu.
Minha pele brilha também,iluminada por seu véu.
Mas de repente..que é isso?o mar se faz agitado
O sol também desaparece,foge como que assustado.
Aquela brisa vespertina virou vento,e vento forte!
Sussurrando 'apressa-te' enquanto rumava pro norte.
Não havia mais pegadas que eu pudesse seguir,
Aquela paz de fim de tarde se encarregou de sumir,
Cadê a lua que parecia ansiosa por brilhar?
Não há nada aqui,em que possa me situar.
Cade a paz do meu final de tarde?
O que virá depois da tempestade?
Quero algo em que me apoiar..
Quero a calmaria de volta no meu mar.
Autoria Própria.
Tempestade
13:46 |
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5 comentários:
mano, se eu for falar o que eu achei desse poema, vc vai me chamar de puxa saco :X
Fico feliz que tenha voltado a escrever, Rafa =)
Gostei muito de seu poema. Apesar do tema, é calmo e sereno.
Curti ;)
Brigada gente...Juro que vou levar o blog mais a sério dessa vez xD
Já falei no msn mas repito aqui =P
Ficou muito bom, bem pessoal imo XD
Sl, ficou otimo =]
Bjs Soft kiss ;]
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